
Me sinto como em um voou de queda livre, sei que a queda vai doer mas não sei quando chegará. Nunca tive intrigas, apenas medo e, agora que venço, machuco meus companheiros. São dores, mas as vezes, são prazerosas pois mostram a adrenalina de viver. A ânsia de querer consertar algo que já foi feito, de recriar o futuro em busca do perdão. Não temo mais em ferir nem ser ferida pois sei que o antídoto suprira a necessidade do acordar do amanhã.
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